quinta-feira, 12 de julho de 2018

COLLOR ESTÁ PREPARADO PARA ENFRENTAR BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO!

Collor é candidato pra valer ao Palácio do Planalto


Por: Walter Brito

Com a eliminação da seleção brasileira de futebol nas quartas de final, quando perdeu para a Bélgica por 2 x 1, todas as atenções do povo brasileiro se voltaram para a sucessão presidencial. Nesse contexto, a grande imprensa e os institutos de pesquisas renomados apresentam dados polêmicos, no afã de mostrar ao eleitor quem tem mais possibilidades de vencer o pleito, num momento em que o país atravessa a pior crise política e econômica de sua história e ainda o nosso maior líder, Luiz Inácio Lula da Silva, amarga uma prisão que se arrasta desde o dia 07/04/2018. A Datafolha publicou recentemente, e em destaque, informação afirmando que entre os presidenciáveis, os mais rejeitados pelos eleitores são Fernando Collor, Lula e Bolsonaro, com os seguintes percentuais respectivamente: 39%, 36% e 32%.
Collor na tribuna do Senado

Analisando o trio de políticos, percebe-se que aqueles que têm rejeição alta, notadamente são os mesmos que têm votos. À medida que se aproxima a eleição, a tendência daqueles que têm votos é diminuir a rejeição. Vale lembrar que no mês de janeiro de 2018, a Datafolha publicou que a rejeição de Fernando Collor era 44% e a de Lula 40%. Como podemos observar, Collor melhorou sua performance junto ao eleitorado brasileiro em 5%, enquanto que Lula tem a seu favor 4%. Por outro lado, Bolsonaro tem praticamente a mesma rejeição que tinha anteriormente, ou seja 32%.      Fernando Collor venceu diversas eleições, três meses antes do pleito, quando tinha alta rejeição.
O mesmo ocorreu nas eleições de Lula e outras de Bolsonaro. Vale relembrar a máxima do saudoso governador de Minas Gerais, Magalhães Pinto, que continua em voga: “Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou. ” Neste sentido, como as pré-candidaturas colocadas para presidente do Brasil, principalmente as de centro, ainda não decolaram, tudo pode acontecer!
Polêmicas à parte, nesta terça-feira, 10/07, o ex-presidente Fernando Collor (PTC) recebeu a reportagem do Diário da Manhã em seu gabinete no Senado Federal, quando teceu comentários sobre ações de seus dois anos e meio como condutor da principal cadeira do Palácio do Planalto. Ele disse que ocorreu a abertura de mercado, oportunidade em que os brasileiros passaram a transitar pelas ruas do país em automóveis de alta qualidade, bem como a conviver efetivamente com o mundo da tecnologia. Afirmou também, e com todas as letras, que não confiscou a poupança, fez o que era necessário. Ao final, o ex-presidente disse que a prisão de Lula aconteceu de forma exagerada. Veja a íntegra da entrevista.
Um nome a disposição do Brasil

De bate-pronto, perguntamos se sua candidatura é pra valer. O alagoano, como bom nordestino que não nega fogo, foi direto ao assunto e argumentou: “Quando resolvi colocar o meu nome para presidente do Brasil à disposição do povo brasileiro, exatamente no dia 19 de janeiro, em Arapiraca-AL, assumi um compromisso com os brasileiros e brasileiras de todos os rincões. Reafirmei esta posição em pronunciamento ocorrido na tribuna do Senado no 15 de março. Naquela oportunidade, fiz comentários sobre o meu período como presidente do Brasil, entre os quais me referi ao relatório do Banco Mundial. Naquele documento está claro que a população menos favorecida foi efetivamente mais beneficiada que os ricos. Essa parcela importante de nosso país sabe que posso fazer muito mais, depois de quase três décadas que fui presidente. Certamente conto com maior experiência na vida pública e me considero preparado para enfrentar a enorme crise pela qual passa a nação brasileira. Logo reafirmo ao Diário da Manhã, que disputarei a convenção de meu partido, o PTC, pleiteando a vaga para concorrer à presidência da República,” disse Collor.
Indagamos ao ex-presidente Collor sobre os efeitos de seu governo no Brasil de hoje. Sem pestanejar, ele respondeu de pronto: “Quem não se lembra daqueles computadores arcaicos na década de 80? A partir de nosso governo, notadamente passamos a ter computadores e celulares de padrão internacional com a abertura de mercado que fiz, quando nos foi permitido inserir o Brasil no processo de desenvolvimento dos países desenvolvidos do mundo. A tecnologia de padrão internacional que temos hoje é fruto de nosso trabalho árduo nos dois anos e meio que passamos pela presidência da República. Quero ressaltar e relembrar aos brasileiros, de Norte a Sul e de Leste a Oeste, sobre o meu projeto de erradicação do sarampo, quando vacinamos 48 milhões de crianças em menos de uma semana, o que nos permitiu uma cobertura vacinal de 99% da população infantil. O fato ocorreu em abril de 1992 e fizemos um investimento de 150 milhões de dólares”, arrematou o pré-candidato do PTC ao Palácio do Planalto.
O popular confisco da poupança, sem dúvidas, é um momento forte, sempre lembrado pela população, especialmente pelas pessoas de 50 anos de idade ou mais. Por isso perguntamos ao ex-presidente, como foi sequestrar a poupança do povo brasileiro. Ele não tergiversou e argumentou de forma convicta: “Não ouve confisco e nem sequestro do dinheiro do povo brasileiro. O propósito foi diminuir a liquidez financeira naquele momento de instabilidade. Prova disso é que no governo de meu sucessor, o Itamar Franco, o Plano Real foi implantado com sucesso e, caso não tivéssemos tido a coragem de tomar aquela medida, certamente o Plano Real não teria sido implantado da forma que foi feito e deu certo! Vale lembrar que todos os brasileiros tiveram seus valores devolvidos em 12 parcelas e a correção monetária foi feita em melhores condições que as oferecidas pelo sistema financeiro à época. Ressalto que a medida atingiu 10% das contas de nosso povo, que recebeu o dinheiro de volta, conforme prometido quando tomamos aquela medida necessária no momento de grande crise”, disse Fernando Collor de Mello.
Collor na campanha de 1989

A reportagem questionou o presidenciável nordestino sobre as reformas de que o Brasil precisa para impulsionar seu desenvolvimento. Ele respondeu de forma pensada e segura: “Não tenho dúvidas, pois é fundamental a reforma do Estado, a reforma política e o pacto federativo. Estão aí inseridas outras reformas prioritárias para o equilíbrio efetivo da Nação”, completou o ex-presidente do Brasil.
Referente à tomada do poder pelos militares, por meio do processo democrático, quando militares de todos os estados se apresentam como candidatos, o ex-presidente argumentou: “O Governo Militar cumpriu o seu papel naquele momento de insegurança em nosso país. Entretanto, os militares têm o direito de pleitear cargos eletivos em todos os níveis, pois faz parte do processo democrático. Sempre tive um bom relacionamento com os militares de todas as patentes e de todas as forças no Brasil e no exterior. Vale ressaltar que recentemente fiz uma viagem para a Coreia do Norte, quando me encontrei com militares daquele país. Fui como presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado e em uma missão parlamentar, quando trocamos informações com objetivo de permitir avanços de nosso país nesta área.” Arrematou.
Collor ao chegar à zona desmilitarizada  nas fronteiras das  Coreias e recepcionado por militares norte-coreanos

Dissemos ao ex-presidente que, embora adversário de Lula na campanha de 1989, quando venceu a eleição para presidente, argumentamos que os dois têm afinidades, inclusive já tiveram boas relações independentemente de partidos. Lembramos ainda que ele foi apeado do poder por meio do impeachment, tal qual Dilma Rousseff, aliada de Lula. Perguntamos como vai à relação dele com o PT, Lula e Dilma Rousseff. Collor sorriu e foi direto ao assunto: “O Lula fez muito pelo Brasil e já declarei isso por diversas vezes publicamente. A justiça é para todos e tem que ser cumprida, mas entendo que houve excesso no caso da prisão do ex-presidente brasileiro”, concluiu Fernando Collor.
Como se vê, a candidatura de Fernando Collor de Mello é pra valer e ninguém tem dúvidas de que Collor será aprovado na Convenção do Partido Trabalhista Cristão-PTC, no final de julho. A legenda é presidida por Daniel Tourinho, seu amigo e companheiro de diversas batalhas. Aliás, Tourinho era o presidente do PRN, legenda pela qual Collor se elegeu presidente em 1989.
Acreditamos que muitas águas ainda vão rolar por debaixo da ponte do Lago Paranoá até o dia 7 de outubro, quando 144 milhões de brasileiros estarão aptos a votar e decidirem os nossos destinos. Segundo pesquisas, a abstenção e o voto nulo ganharão de todos os presidenciáveis juntos. Na última eleição extemporânea, ocorrida no Estado de Tocantins, 49% dos eleitores não votaram. Na eleição extemporânea no Estado do Amazonas, no ano passado, o fato foi semelhante. Por outro lado, tanto no Amazonas quanto no Tocantins, os governadores eleitos representam tudo aquilo que os eleitores dizem não querer, mas elegeram, respectivamente, Amazonino Mendes (PDT) e Mauro Carlesse (PHS). A renovação, claro, foi empurrada com a barriga!




Candidatos que têm recall de votos poderão levar vantagem na eleição presidencial que se aproxima. Tanto Lula quanto Collor poderão empolgar o Brasil novamente. Sabemos que as possibilidades de Lula ser candidato são remotas! Também sabemos que Collor é bom orador e um excelente debatedor. Esta poderá ser a vez de Collor enfrentar Bolsonaro no segundo turno, pois o nordestino está preparado, e tudo indica que unirá muita gente ao seu lado, inclusive religiosos de todas as tendências!

quarta-feira, 27 de junho de 2018

CONVITE - MISSA DE 7º DIA

A nossa querida mãe, Dejanira Carvalho de Brito, está nos braços do Senhor!
Nesta quinta-feira, 28 de Junho, às 19 horas, ocorrerá na Igreja Catedral Católica de Formosa-GO, a Missa de Sétimo Dia pelo falecimento de nossa genitora Dejanira. Ela foi casada com o saudoso alfaiate Vespasiano Gualberto de Brito, com quem viveu por 57 anos.
Dejanira deixou a vida aos 93 anos e cumpriu com muita sabedoria sua missão aqui na terra, onde nos deixou o seu legado de lutas, conquistas, vitórias e muita fé em Deus!
Convidamos você e seus familiares para o referido ato religioso. Os filhos de Dejanira e Vespasiano: Creusa, Walter, Vanderley, Wagner, Vespasiano Filho, Valquíria, Valdo e Waldir; bem como os netos  bisnetos, trineta, noras e genro de Dona Dejanira, agradecem a presença.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

O SEPULTAMENTO DE DONA DEIJA SERÁ AMANHÃ ÀS 10 HORAS EM FORMOSA - GO



Deijanira Carvalho de Brito está nos braços do Senhor. Ela gostava tanto da vida que lutou com todas as forças até o amanhecer de hoje, quando faleceu. A mãe de Creusa, Walter, Vanderley, Wagner, Vespasiano Filho, Valquíria, Valdo e Waldir; deixa a vida para entrar na história, quando fica em seu legado para a família Gualberto: lutas. conquistas, vitórias e muita dignidade. Vá com Deus minha querida mãe, pois nos encontraremos com a senhora e o nosso Vespa na eternidade! O sepultamento ocorrerá amanhã, sábado, 23 de junho, às 10 horas, no Cemitério da Praça da Concórdia - Formosa - Goiás.

domingo, 17 de junho de 2018

Mulheres disputarão cargos majoritários em todas as vias no DF

Eliana luta para ser a primeira governadora eleita de Brasília

Maria Abadia potencializa Rollemberg como vice

Por Walter Brito

     A capital brasileira promete ser o palco de sucesso das mulheres nas eleições de outubro. A cidade-estado tem a segunda população feminina do país com 54,1%, contra 54,26% do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que 61,6% dos funcionários públicos ativos no Executivo, pertencem ao sexo feminino, enquanto que 38,4% são do sexo masculino. Isto se deve, principalmente, pelo grande número de professoras em todo o Distrito Federal. Apesar disso, as mulheres na política ainda estão aquém de suas representatividades. Na Câmara Legislativa, dos 24 parlamentares, 19 são homens e apenas seis são mulheres, o que representa um percentual de 20%.
     À medida em que mais importante se apresenta o cargo, diminui efetivamente o número de mulheres. A bancada da Câmara Federal de Brasília tem oito parlamentares e apenas Érika Kokay, do PT, representa o sexo feminino, ou seja, 12,5%. Já no Senado da República, a bancada de Brasília sempre foi formada por homens. Da mesma forma, nenhuma mulher se elegeu para o Palácio do Buriti, apesar de Maria de Lourdes Abadia ter assumido o governo por nove meses, quando foi vice de Joaquim Roriz.
     Com o advento da internet e das redes sociais, mudanças profundas ocorreram no mundo, exigidas pela nova ordem mundial, que certamente permitiram o avanço da mulher em todos os setores da administração pública e privada. Em Brasília e no Brasil, a participação da mulher em cargos estratégicos é impulsionada pela crise política e econômica e, principalmente, pela Operação Lava Jato, em que a maioria, quase absoluta, de condenados e presos é de homens! Neste sentido, pesquisas recentes realizadas em todo o DF mostram de forma clara que a mulher sabe o que quer e para onde Brasília deve ir; bem como qual será o lugar que a mulher ocupará a partir de agora.
     Os quatro principais grupos que brigam pelo poder na capital brasileira já se posicionaram, e cinco mulheres se apresentaram para a disputa de cargos majoritários na eleição que ocorrerá no dia 7 de outubro. São pré-candidatas: Eliana Pedrosa (PROS). Ela disputará o Palácio do Buriti; Leila do Vôlei deverá disputar uma vaga para o Senado (PSB); Leany Lemos, também é pré-candidata ao Senado pelo PSB. Além disso, Maria de Lourdes Abadia, do mesmo partido de Leany e Leila, é pré-candidata a vice-governadora na chapa de Rodrigo Rollemberg (PSB). Natália Mazzoli poderá disputar vaga no Senado pelo Podemos.

Eliana governadora

Eliana Pedrosa disputará o Buriti

     Eliana Pedrosa, empresária bem-sucedida na área de prestação de serviços, foi deputada distrital atuante, quando exerceu três mandatos. Ela foi também secretária de Serviços Sociais do governo Roriz, quando mostrou muita competência como gestora. Eliana conta com total apoio da família Roriz na disputa pelo governo de Brasília e já aparece como a segunda colocada em quase todas as pesquisas, perdendo apenas para o pré-candidato do PR, o ex-deputado federal e ex-secretário de Saúde do DF, Jofran Frejat.
     Analistas políticos são categóricos em afirmar que Eliana e Frejat podem disputar o segundo turno, apesar de pertencerem ao mesmo campo ideológico. Neste sentido, parte significativa do eleitorado brasiliense sugere nas pesquisas qualitativas um perfil de candidato que nunca tenha sido político, mas que tenha serviços prestados e capacidade de gestão. Nesta seara, apresenta-se o empresário Wanderley Tavares (PRB), presidente licenciado de uma multinacional israelense. Na mesma via, já se apresentaram como pré-candidatos o deputado federal Izalci Lucas (PSDB) e Alírio Neto do PTB.

Weslian Roriz no Senado

Esposa de Roriz poderá disputar o Senado

     As mulheres querem mais. Dona Weslian Roriz (PMN), que disputou o segundo turno para o governo do DF contra Agnelo Queiroz (PT) em 2010, pontua em diversas pesquisas como uma das mais fortes candidatas ao Senado. Devido ao problema de saúde do ex-governador Joaquim Roriz, seu esposo, não se sabe se ela disputará efetivamente o pleito. Apesar desta posição, o apelo da população fala alto nos quatro cantos de Brasília. Por outro lado, marqueteiros que orientam o clã Roriz incentivam a ex-primeira-dama a ser candidata e herdar o legado da trajetória vitoriosa de Joaquim Domingos Roriz na política.

Gestora Leany Lemos almeja ser senadora

Leany Lemos (PSB)

     A servidora de carreira do Senado, Leany Lemos, ex-secretária de Planejamento do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), é outro nome importante que pretende representar a mulher brasiliense no Senado. Filiada ao PSB, Leany aparece de forma muito tímida nas pesquisas de intenção de votos. Ainda assim, o seu trabalho no serviço público e sua trajetória como gestora credenciam a psbista a pleitear o cargo. Segundo correligionários da pré-candidata, caso ela seja eleita, orgulhará sobremaneira a mulher brasiliense, pela sua competência, seu currículo de mestre em Ciência Política e doutora em estudos corporativos das Américas pela Universidade de Brasília. Dona de palavra fácil e altamente técnica, colaboradores mais chegados do chefe do Palácio do Buriti acreditam em sua ascensão a partir do mês de julho.

A campeã brasileira Leila do Vôlei

Rollemberg que Leila no Senado

     A ex-atleta Leila Barros, tal qual dona Weslian, desponta nas pesquisas de opinião para o Senado de forma muito forte e crescimento constante. O desejo da campeã mundial em Atenas é disputar uma vaga para Câmara Legislativa do Distrito Federal. Segundo conhecedores da política candanga, a ex-atleta tem eleição praticamente garantida. O governador Rodrigo Rollemberg e seus estrategistas acreditam que Leila do Vôlei seja peça-chave para ajudar a levar o psbista para o segundo turno. A primeira-dama do DF, D. Márcia Rollemberg, bota fé no sucesso da campeã brasileira. Por tudo isso, Leila deverá, sim, disputar uma vaga para o Senado da República.

A ex-governadora Maria Abadia

Abadia poderá ser vice de Rollemberg

     Maria de Lourdes Abadia, ex-tucana e agora no PSB, desponta como um dos nomes mais citados para a Câmara Federal. Entretanto, no afã de disputar com sucesso o governo e se reeleger, Rodrigo Rollemberg e seus marqueteiros, orientados por pesquisas qualitativas, pensam em arriscar uma chapa puro-sangue, composta por nomes do PSB, em que Maria Abadia será a vice-governadora, enquanto que Leila do Vôlei e Leany Lemos, candidatas ao Senado. No momento em que a mulher no poder representa um desejo de parte significativa do eleitorado brasiliense, a estratégia dos pensadores do Palácio do Buriti pode dar certo. Rollemberg tem rejeição altíssima. Acreditam os cabeças coroadas do Buriti na reversão da rejeição de Rollemberg por meio da voz feminina nas ruas e nos palanques, disputando cargos majoritários.

Marqueteiro internacional na campanha de Mazzoli

Natália Mazzoli e Victor Bassuk

     O famoso cineasta argentino Víctor Bassuk, que carrega no currículo filmes que retrataram a vida de Juan Domingo Perón e da mãe dos pobres na Argentina, Evita Peron, é amigo de longa data da pré-candidata do Podemos, Natália Mazzoli. Víctor ajudou a eleger diversos presidentes daquele país latino-americano e participou como protagonista, por 22 anos, do Festival de Cannes. O seu projeto em curso é um filme sobre a trajetória do papa Francisco. Esta personalidade internacional desembarcará brevemente em Brasília, com objetivo de potencializar a pré-candidatura de Natália Mazzoli pelo Podemos. Natália é gestora da Saúde Pública no Distrito Federal há 26 anos, quando construiu sua história ajudando a salvar vidas no Hospital da Asa Norte - HRAN. A pré-candidata do Podemos se destacou naquela instituição de saúde em diversas áreas, tais como Assessoria para a implantação no Brasil do primeiro ambulatório interdisciplinar de atendimento à pessoa com Síndrome de Down. Ela foi assessora da coordenação central da SES-DF, quando treinou diversas equipes, ocasião em que o HRAN conquistou o título de Hospital Amigo da Criança. Neste sentido, Natália foi fundamental no cumprimento dos 10 passos para o sucesso do aleitamento materno, conforme preconiza o Ministério da Saúde. Além disso, Natália Mazzoli participou efetivamente, no HRAN, da implantação do ambulatório de pacientes com fissuras labiopalatais. A gestora Natália contribuiu também com a instalação do ambulatório de atendimento ao idoso: geriatria e gerontologia. Estudiosa das questões da saúde pública, Natália se especializou em gestão hospitalar, quando fez diversos cursos na área, além de sua formação em Direito. Com este currículo é que Natália Mazzoli se apresenta como pré-candidata ao Senado pelo partido que pretende eleger o senador Álvaro Dias para presidente da República.
     Como se vê, as mulheres de Brasília terão representantes com muita história e preparadas para a disputa, que sempre foi protagonizada pelo sexo masculino. No caso da disputa para o Senado em Brasília, em nossa primeira eleição em 1986, os eleitores optaram pelo advogado Maurício Corrêa, da linha progressista; o radialista Meira Filho, da linha conservadora e o jornalista Pompeu de Sousa, de centro. Em seguida foram eleitos, Valmir Campelo de centro-direita e Lauro Campos, um esquerdista convicto. A partir daí, prevaleceu o vermelho contra o azul ou seja, esquerda contra direita. Nesta seara, o costume foi eleger um senador da situação e outro da oposição. Na eleição de 2010, Cristovam ajudou a eleger Rodrigo Rollemberg, ambos, à época, do mesmo campo ideológico. Prevaleceu o discurso da ética e da ficha limpa.
     Na eleição que se aproxima, segundo as pesquisas qualitativas, os valores serão outros, ou seja, serviços prestados, renovação, gestão, honestidade e a bandeira feminina. Portanto, o voto da mulher será decisivo. Acreditamos que desta vez na disputa em Brasília para o Senado, pela primeira vez elegeremos uma mulher e um homem, como nossos representantes naquela Casa.

sábado, 2 de junho de 2018

Natália Mazzoli convida pré-candidatos ao Senado para o debate!


Natália Mazzoli


Por: Walter Brito

              O empoderamento da mulher promete falar alto nas eleições de Brasília. A funcionária pública Natália Mazzoli, pré-candidata ao Senado da República pelo Podemos, é uma entusiasta da participação efetiva da mulher em todos os setores da vida pública e privada. Neste sentido, ela pretende defender na sua campanha para o Senado, 50% de vagas para a mulher disputar cargos eletivos em todos os níveis no país.
             Formada em Direito e gestora hospitalar, a pré-candidata trabalha há 26 anos no Hospital da Asa Norte (HRAN). Conhecedora profunda da saúde pública em Brasília e no Brasil; aliás, é amiga e aluna do argentino Alberto Anderson, um dos criadores do Sistema Único de Saúde-SUS. É com esse currículo e entusiasmo que a pré-candidata escolhida por Álvaro Dias, para disputar uma cadeira de senadora em Brasília, concedeu entrevista exclusiva para o jornal Diário da Manhã, quando mostrou de forma clara o desejo de debater os problemas de Brasília, com os demais pré-candidatos ao Senado. Veja a íntegra da entrevista.
              Questionada sobre o momento difícil pelo qual passa o Brasil, Natália Mazzoli disse de forma categórica: “Estou de acordo com o senador Álvaro Dias, quando ele afirmou que temos que refundar a República, e uma de suas propostas é acabar com o foro privilegiado que protege criminosos engravatados. Estes têm que pagar na cadeia pelos seus erros cometidos. Além disso, o país não aguenta mais tantos desmandos. A greve dos caminhoneiros é apenas um alerta para os nossos governantes que precisam colocar suas barbas de molho. A maioria dos 220 milhões de brasileiros não permite mais ser sacrificada por uma elite dominante que comanda o país desde os seus primórdios. E mais, o trabalhador brasileiro que leva o país nas costas, trabalha a vida inteira, e muitos, até 18 horas por dia. Ainda assim, não conseguem sequer pagar suas contas em dia. O nosso povo, que é honrado e trabalhador, depois de muito sofrimento, agora está tendo a coragem de ir para as ruas e dar um basta nisso tudo! Juntos podemos”, arrematou Mazzoli.

Natália e o senador Álvaro Dias

             Perguntamos à pré-candidata do Podemos, se ela tem consciência do valor que é gasto em uma eleição para senador, e nos referimos a casos no país em que candidatos gastam mais de 20 milhões para a busca de uma vaga no Senado. Ela não pensou duas vezes e foi direto ao ponto: “Quem gasta uma fortuna dessas para representar o nosso país não pode estar bem-intencionado, pois o salário de senador é de 33,7 mil por mês. Estou ouvindo todos os segmentos da sociedade em Brasília e percebo que, nesta eleição, os políticos tradicionais não terão vez e nem votos. O povo vai votar na honradez e na ética, nos projetos para o país e principalmente em quem nunca foi político e tem serviços prestados. Por isso, eu me coloco e entro pra valer na disputa. Nasci em Minas Gerais e vim para Brasília aos 15 anos. Tenho 26 anos de trabalho no serviço público, onde ajudei a salvar muitas vidas. Dei e continuo a dar minha contribuição ao povo de Brasília na área da saúde. Amo esta cidade e levei cinco anos para elaborar um projeto que, certamente, vai ajudar a melhorar a saúde pública na capital brasileira. Não sou política, sou gestora e gosto de gente. Por isso estou pronta para apresentar aos brasilienses um projeto diferente e digno. Para isso eu não vou precisar de dinheiro farto e farei minha campanha na forma da lei”, disse.
               Sobre as vaquinhas que vão abastecer as campanhas de candidatos nesta eleição, Natália Mazzoli afirmou: “É uma forma democrática de viabilizar uma campanha. Eu concordo e vou participar. Vale lembrar que Barack Obama se tornou presidente dos Estados Unidos da América com ajuda de 1 dólar oferecido por milhares de norte-americanos. Quem tiver a simpatia da população vai receber a contribuição financeira e o voto nas urnas”, arrematou Natália.
No que diz respeito à defesa da mulher em sua campanha, Natália Mazzoli respondeu de forma contundente: “A mulher vai avançar muito a partir desta eleição. Vamos exigir 50% das cotas para as mulheres se candidatarem Brasil afora para vereadora, deputada estadual, deputada federal, senadora, governadora e presidente da República. A mulher, com sua sensibilidade, certamente vai ajudar a administrar melhor o nosso país. Para isso temos que sair da insignificância de 14% de representação no Senado e 10% na Câmara Federal, para um percentual significativo e à altura de nossa representatividade. Somos nós que ajudamos a decidir as eleições, por isso temos que participar efetivamente de todos os poderes na vida pública e privada. Vamos lutar firmemente no combate à violência contra a mulher. A Lei Maria da Penha representa um marco importante, mas nós temos que fazer valer leis mais fortes e contundentes, que coíbam de fato e de direito esse tipo de violência que campeia solta em todos os rincões da nação brasileira. Os salários da mulher precisam ser equiparados ao salário do homem na mesma função, entre outras reinvindicações”, disparou a pré-candidata ao Senado.
Quando o assunto da sucessão presidencial foi colocado, Mazzoli brilhou os olhos, consertou a garganta e mostrou sua posição: “Álvaro Dias foi referência para o juiz Sérgio Moro em sua adolescência. Hoje Moro dá exemplo para o mundo no que diz respeito ao combate efetivo da corrupção, quando colocou poderosos na cadeia. A nossa sociedade precisa de referências positivas e de pessoas que exerçam funções de comando no país, que não roubam e não deixam roubar. Precisamos de gestores competentes e que tenham responsabilidade com o dinheiro público e sensibilidade para cuidar de nosso povo. Álvaro Dias fez tudo isso com maestria no Estado do Paraná, quando foi governador. Saiu do governo com quase 80% de aprovação e não tem nenhuma mancha em mais de 40 anos de vida pública. Ele é, sem dúvidas, o melhor nome para administrar o nosso país e tirá-lo do caos em que se encontra”, explicou Mazzoli.
Perguntamos no final da entrevista, qual deverá ser a sua principal estratégia de campanha para se eleger senadora. Natália Mazzoli não tergiversou e foi rápida na resposta: “O povo de Brasília merece respeito! Por isso, a nossa população precisa saber ipsis litteris, quais serão as nossas intenções de pré-candidatos hoje e brevemente candidatos aos cargos que comandarão a nação nos próximos quatro anos. Por esta razão, a minha arma será, sem dúvidas, o debate! O debate engradece qualquer projeto. Vou debater com todos os segmentos de nossa população durante os 45 dias de campanha. Aproveito a oportunidade da reportagem para convidar os meus pares que disputarão o Senado, para grandes debates públicos no rádio, na televisão, nas redes sociais e, inclusive, no palanque! Quero propor de antemão um grande palanque suprapartidário onde estejam todos os candidatos ao Senado para a realização de debates sobre Brasília, sobre a saúde pública, referente às leis que ajudarão a colocar Brasília e o país nos eixos; no que diz respeito a educação de qualidade para todos, segurança pública, entre outros. Será nesse palanque democrático que seremos escolhidos pelo povo de Brasília, proponho! Espero ser a primeira mulher eleita senadora pela capital de todos os brasileiros”, finalizou Natália Mazzoli.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

ENTREVISTA EXCLUSIVA Descendente do ex-presidente e marechal Castelo Branco se une com descendente da monarquia para apoiar Bolsonaro

O príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança e o Capitão Oscar Castelo Branco de Luca



Por Walter Brito

          Os desmandos ocorridos no Brasil nos últimos anos e mostrados de forma clara pela Operação Lava-jato certamente produziram a liderança de Jair Bolsonaro (PSL), o primeiro nas pesquisas para presidente da República. Com o efeito Bolsonaro, a caserna se coloca de prontidão e apresenta militares de variadas patentes para a disputa de cargos no Legislativo e no Executivo, de forma nunca vista em nosso país.  
O projeto do deputado Jair Bolsonaro e sua tropa é fazer com que os militares assumam novamente o poder por meio do processo democrático. De acordo com alguns cientistas políticos de plantão, o ex-presidente da Suprema Corte Joaquim Barbosa seria o único nome capaz de deter o avanço de Bolsonaro rumo ao Palácio do Planalto. Após anunciar sua desistência, Barbosa afirmou que vê três riscos no Brasil: Bolsonaro, Temer e o golpe militar. Bolsonaro estava preocupado com os 10 pontos na pesquisa do ex-ministro, assim que se filiou ao PSB; com a declaração de Barbosa, de não se candidatar, Bolsonaro disse que os votos do homem de Paracatu migrarão para ele! Vale lembrar, ainda, que muitos conhecedores da política nacional acreditam na volta de Joaquim Barbosa ao cenário político, ainda nesta eleição, quando poderá repetir o feito de Getúlio Vargas. Deposto em 1945 após forte pressão até mesmo de seus aliados de governo, Vargas voltou ao cenário político brasileiro cinco anos depois, nas eleições para o Executivo nacional. Foi uma volta nos braços do povo, quando governou o Brasil em dois mandatos por 19 anos. Barbosa poderá fazer o mesmo, antes das convenções e, disputar o Planalto no dia 7 de outubro!

Oscar Castelo Branco ao lado de Jair Bolsonaro


Conjecturas à parte, o projeto de Bolsonaro segue a todo vapor. A reportagem do Diário da Manhã entrevistou com exclusividade o capitão reformado do Exército Oscar Castelo Branco, sobrinho-neto do Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente do governo militar. O marechal administrou o país entre 15 de abril de 1964 e 15 de março de 1967.
O capitão Castelo Branco, considerado na caserna um dos homens mais preparados intelectualmente, entre os militares reformados, falou com desenvoltura sobre o convite feito por Bolsonaro para que ele se candidatasse a deputado estadual por São Paulo pelo PSL. O descendente do ex-presidente Castelo Branco é formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, além de ter sido um dos destaques da aviação do Exército, onde ficou por mais de 10 anos como piloto de combate e foi um dos pioneiros da implantação da aviação militar no Exército Brasileiro. O militar reformado falou da dobradinha que fará na eleição de outubro com o príncipLuiz Philippe de Orleans e Bragança, que disputará mandato para deputado federal em São Paulo pelo PSL. Outra dobradinha do capitão Castelo Branco se dará com o general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior.

Comandante do Exército, General de Exército Villas Bôas e o Capitão Castelo Branco


Entrevistado pela reportagem sobre sua origem militar, o capitão comentou com orgulho: “Tenho honra de minha origem militar e pertenço à família Castelo Branco. Tenho quatro irmãos e meu avô era irmão do marechal Castelo Branco. Vale lembrar que meu avô veio muito cedo para São Paulo e construiu carreira profissional como fiscal de impostos de renda, enquanto que o seu irmão seguiu a carreira militar e tornou-se presidente da República em 1964”, disse.
Referente a Bolsonaro, Oscar Castelo Branco de Luca afirmou: “O Bolsonaro foi meu contemporâneo. Inclusive, quando eu estava entrando no Exército ele já estava de saída. Depois disso nos reencontramos na Escola de Educação Física do Exército na Comissão de Desporto, quando fui atleta de natação e depois atuei na brigada de paraquedistas, oportunidade em que novamente encontrei Bolsonaro. Portanto, acompanhei de perto a carreira do nosso presidenciável no Exército. Estou orgulhoso de ter sido convidado por ele para me candidatar a deputado estadual por São Paulo”, arrematou.

Capitão Castelo Branco na disputa de mandato para deputado estadual em São Paulo


Quanto à possibilidade da volta dos militares ao poder, por meio do processo democrático, o capitão se entusiasmou e de forma eloquente e até emocionada explicou: “Eu vejo com bons olhos a possibilidade de os militares ocuparem postos de comando em nosso país no Legislativo e no Executivo, especialmente o Palácio do Planalto, pleito em que Jair Messias Bolsonaro lidera as pesquisas nos quatro cantos da nação brasileira. Neste momento crucial da história do Brasil, esse chamado público pelas forças armadas é um sinal do reconhecimento de nossa competência, organização, método, disciplina, transparência, prestação de contas e pela probidade administrativa. Vale ressaltar que as gestões militares são sempre pautadas pela legalidade, legitimidade e competência. O povo sabe disso e hoje apoia militares para cargos públicos democraticamente e por meio do voto. Isso ocorre nos 27 estados da Federação. Acredito firmemente na vitória de Bolsonaro e na mudança para melhor de nosso país sob o comando de meu companheiro de farda e amigo Jair Bolsonaro”, concluiu.
Quanto à dobradinha com o príncipe Luiz Phellipe, o capitão-aviador do Exército afirmou: “Trata-se de uma liderança tradicional e um profissional extremamente competente que agrega valores ao nosso partido, o PSL. Trabalharei nesta campanha ao lado do príncipe Luiz Phellipe em determinados segmentos de nossa sociedade. Na área militar e outros segmentos, pedirei votos ao lado do general Pertenelli, que é uma pessoa de muito valor e está preparado para ajudar Bolsonaro no Congresso Nacional”, disse.
Ao final o capitão Castelo Branco avaliou de forma mais efetiva a campanha em que Bolsonaro cresce e tem possibilidades de ir para o 2° turno e vencer o pleito. Ele explicou: “Eu analiso o crescimento constante de Bolsonaro como fruto de sua transparência, competência e sua história política. O acompanho desde a juventude e afirmo com todas as letras que sua vida foi pautada pela coerência e os valores por meio dos quais construiu sua vida. Desejo sucesso a ele e acredito firmemente na sua vitória, pois o Brasil precisa agora de uma liderança com seu perfil”, finalizou.

sábado, 12 de maio de 2018

Criminalista renomado lutará por vaga na Câmara Federal

Dr. Leandro Nardy apoia Izalci para o governo do DF


Por Walter Brito

          O Tribunal do Júri é protagonizado pela atuação de muitos advogados que construíram histórias na defesa e também na acusação de pessoas envolvidas no mundo do crime. Fundamentados na premissa de que todo cidadão tem direito à defesa, independentemente do crime que porventura tenha cometido, neste sentido existem também inocentes que são envolvidos em determinadas tramas criminosas e pagam injustamente por crimes que não cometeram.
          Por isso, o número significativo de advogados que se aperfeiçoam neste ramo do direito e são referências para as novas gerações, tais como: Márcio Thomaz Bastos, Pierpaolo Cruz Bottini, Antonio Carlos de Almeida Castro, Sérgio Bermudes, Pedro Calmon, Safe Carneiro entre outros. Além desses, no passado, vale relembrar os seguintes nomes: Evandro Lins e Silva, Basileu Garcia, Nilson Curado e outros. O saudoso Nilson Bernardes Curado foi, sem dúvidas, um dos melhores de Brasília e tornou-se conhecido nacionalmente em sua atuação no Tribunal do Júri. Faz parte da nova geração de advogados especializados nesta área, o dr. Leandro Nardy, com escritório estabelecido no DF há seis anos.

Leandro Nardy e sua esposa, a delegada Franciene Procópio Nardy

          Casado com a conhecida delegada de Polícia Civil, dra. Franciane Procópio Nardy, o dr. Leandro já atuou em 66 júris e absolveu a maioria de seus clientes. Parceiro do jurista Welligton Freitas, o dr. Leandro nos recebeu no seu elegante escritório para falar de sua luta árdua e diária no mundo da advocacia criminal e também do seu projeto rumo ao Congresso Nacional, quando disputará uma vaga na Câmara Federal pelo PSDB de Brasília. O Advogado disse: “Apesar de ter feito a prova da OAB na opção do direito civil, na prática me apaixonei pelo direito penal e fiz especialidade na atuação do Tribunal do Júri. Lá na Tribuna do Júri me sinto à vontade para defender o cidadão, pois todos têm o direito de defesa. Faço meu trabalho com muita dedicação, onde a sensibilidade é fundamental. Trata-se de uma área muito melindrosa, onde muitas vezes o acusado tem seu direito negado injustamente, e a lei precisa funcionar de forma efetiva e igual para o pobre e para o rico. Já defendi dezenas de clientes oriundos da classe menos favorecida, que com muita dificuldade, por meio de suas famílias, nos contrataram. A uma boa parte, conseguimos impedir que passasse o resto de suas vidas na prisão. Absolvemos a maioria em nossa atuação no Tribunal do Júri durante seis anos de trabalho. Nesta seara vale lembrar o pensador Mark Twain: “O bom julgamento vem da experiência. E de onde vem a experiência? A experiência vem do mau julgamento.
          Questionado sobre a Operação Lava-jato, o jovem jurista brasiliense afirmou: "Eu fico muito feliz ao ver um jovem juiz como o Sérgio Moro no comando da maior operação de lavagem de dinheiro e corrupção em nosso país. A Lava-jato muda de forma muito forte, e para melhor, o curso de nossa história. Em 518 anos de existência, o jeitinho brasileiro de levar vantagem em tudo permitiu que a corrupção se institucionalizasse. Felizmente apareceram jovens como Moro e Deltan Dallagnol, que estão dando um basta na corrupção e servindo de exemplo para diversos países onde o desmando e o crime organizado imperam e ditam as regras. Moro e sua turma estão fazendo o dever de casa e limpando o nosso país, que é próspero, e na maioria constituído de trabalhadores. São bilhões de reais desviados, enquanto a saúde pública está na UTI; a segurança pública tornou-se decadente e o índice de desemprego aumenta a cada dia. Além disso, a educação passa por dificuldades enormes, e o número de repetências nas escolas de Ensinos Fundamental e Médio representa um dos maiores retrocessos na história da educação em nosso país. Tudo isso é consequência da corrupção, dos desmandos e da má gestão pública”, arrematou.

O criminalista Leandro na busca de mandato como deputado federal pelo PSDB

          Referente ao seu projeto político, Leandro Nardy afirmou: “Sou filiado ao PSDB de pessoas honradas, como o saudoso governador de São Paulo Mário Covas; o nosso querido ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; o ex-governador de São Paulo Geraldo Alkmin, e meu líder em Brasília, Izalci Lucas. A pedido de amigos, de clientes, do deputado Izalci, que é meu candidato ao Governo de Brasília, eu resolvi colocar o meu nome ao dispor da cidade que me acolhe há doze anos. Não sou político, mas estou preparado para ajudar a elaborar leis que livrem o país da corrupção e promova desenvolvimento sustentável. Estou ao lado de Izalci que será, se Deus quiser, o próximo governador de Brasília”, concluiu.